Friday, 18 February 2011

The never ending why...

Mais um típico blog sobre pensamentos que não são lidos, são apenas registrados.

Agora peguei me pensando, qual é a hora que devemos nos perguntar se vale a pena, ter trocado isso por aquilo.
E quando não dá mais pra voltar pro antigo, e você acha que é aquilo ali agora sua vida, você não faz nada diferente pra mudar, uma tentativa fracassada só pra explicar é a de terça feira:

Acordei com um mau humor que nem as #4e20 me fez sorrir por algum momento nesse dia, não que eu me lembre, nem que seja uma tentativa falha. Nessa terça jurei começar a organizar minha vida de fora pra dentro.
Comecei saindo no horário do trabalho, 18:00hs, as 18:03 eu estava em casa (prometi pra mim que quando eu acordasse, eu esqueceria dessa terça feira) no meu quarto jogando tudo pro chão e varrendo, e passando pano, e ouvindo o que viesse no iPod. Quando me dei conta estava arrumando a casa inteira sozinho, os meus três roommates na sala, assistindo TV. Ignorei o fato de me sentir uma empregada doméstica sem receber no fim do dia, e continuei. Havia dito que faria o jantar, e fiz. Mas só depois de arrumar casa, o jantar saiu estava beirando as 22:30, e mais, ouvi um "aleluia" bem gritado. Ignorei também.
Deixei todo mundo se servir, e fui o último. Também não estava com muita fome, o que foi estranho, por que nessas três horas que eu fiquei arrumando casa, rolou um jah por hora(bem servidos).
Acordei na quarta, cara, que leveza senti logo de manhã, disposição, passei um dia de cão de tanto trabalho, mas consegui fazer tudo.
MUDANDO COMPLETAMENTE DE ASSUNTO.
A questão é: valeu mesmo a pena ter saido da minha cidade pra vir pra cá ganhar mais, mas sem uma amizade que lhe acrescente, sem seus pais, conhecidos, o pão da sua padaria favorita, o cheiro da tua casa.
A intenção era ganhar mais, isso aconteceu? Sim. Ajudou? Ainda não. Por que? Tenho gastos com supermercado, luz e água. Sobra uma grana!? Sobra. O que você faz com ela? Não vejo pra onde foi, quando me dou conta, tenho dinheiro pro ultimo maço de cigarros de palha.
Acho que no fim das contas é só saudade apertando mesmo.